Thursday, May 22, 2008


"The story takes place in 1988 in the town of Middlesex, Virginia,[1] during the time of the United States presidential election. Donnie Darko is an intelligent and emotionally troubled teenager who sleepwalks, experiences visual hallucinations (possibly because of his paranoid schizophrenia for which he takes medication), and is in the medical care of a psychiatrist. One night, a jet engine from a commercial aircraft falls into Donnie's bedroom. He avoids death only because prior to the accident, he had obeyed a voice in his head that led him to sleepwalk outside of his room. The voice is that of Frank, an apparently imaginary friend in a man-sized rabbit costume. At midnight on October 2, Frank prophesies to Donnie that the end of the world will occur in 28 days, 6 hours, 42 minutes and 12 seconds.

Later, Donnie begins seeing "silvery plastic gel" spears[2] that flow out from people's chests. Such a spear indicates where a person will travel in the near future. In one example, Donnie sees one spear snake into the room, followed by his younger sister skipping through the room. Another spear leads Donnie to a pistol in his parents' closet, which he takes and keeps.

Meanwhile, Frank instructs Donnie to perform acts which provoke certain chains of events:

  • Donnie is instructed to flood his high school, which ends up giving him the opportunity to court his new classmate, Gretchen Ross.
  • Donnie is intrigued by Frank to pursue the question of time travel, so he starts a conversation with his science teacher. The teacher gives him the book The Philosophy of Time Travel by Roberta Sparrow, an old woman known as "Grandma Death" among the neighborhood youth. The book explains the scenario that Donnie is going through.
  • Donnie burns down the house of a motivational speaker he ridiculed at a school assembly, thereby exposing the speaker's secret "kiddie porn dungeon". The speaker's arrest begins a series of events that results in Donnie's mother chaperoning Donnie's younger sister and her dance group on a flight to Star Search in Los Angeles.

With both of their parents out of town, Donnie and his sister Elizabeth host a Halloween costume party on October 29, a day before the prophesied end of the world. At one point in the party, Donnie finds that the memo board on his refrigerator reads, "Frank was here, went to get beer." Gretchen turns up in a panic, as her mother has disappeared and she fears her stepfather has come to kill her. She and Donnie go up to his mother's room where they presumably have sex.

Later that night, Donnie, Gretchen and two other friends seek advice from Roberta Sparrow when they get ambushed by two school bullies who happen to be robbing the house that night. During the struggle, the bully asks, "why the fuck are you here?" to which Donnie proclaims "Deus ex Machina". Gretchen, having been pushed to the ground by the other bully, is run over and killed by a car swerving to miss Roberta Sparrow. The bullies flee. The car that killed Gretchen stops, and Donnie sees the driver as Frank in a rabbit costume for Halloween. Donnie uses his parents' pistol to shoot Frank in the eye, killing him. This was foreshadowed by earlier scenes in which Donnie stabs the mirror image of Frank in the right eye and when Frank removes his rabbit mask to reveal a gaping wound in his right eye.

Arriving home with Gretchen's body, Donnie spots a portal opening in the sky and drives to a hillside. Donnie's mother and sister experience turbulence on their return flight home; one of the airplane's jet engines detaches and falls. The engine travels through the time portal to 28 days earlier, crashes into Donnie's bedroom, completing the predestination paradox. This time, Donnie chooses to stay in bed (most likely to save the girlfriend he will never meet). Another reason he could have stayed in bed would be because he shot Frank in the eye and Frank was not able to save him this time. The ending is open to interpretation.

The story ends on the morning after the jet engine accident. Donnie is dead and the people his actions affected are stunned. Frank, while designing a ghastly rabbit costume, subconsciously touches his right eye. Gretchen is alive and rides by Donnie's house on her bicycle. Never having met Donnie, she talks with a neighborhood child about the sad accident. She waves somberly to Donnie's mother and they seem to share a vague sense of mutual recognition."

(Retirado do Wikipédia)

Wednesday, May 21, 2008

"Hoje é o 1.º dia do resto da tua vida"
E não é que foi mesmo...?

CANTAR A LIBERDADE

«Trova do Vento que Passa»

Pergunto ao vento que passa
notícias do meu país
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz.

Pergunto aos rios que levam
tanto sonho à flor das águas
e os rios não me sossegam
levam sonhos deixam mágoas.

Levam sonhos deixam mágoas
ai rios do meu país
minha pátria à flor das águas
para onde vais? Ninguém diz.

Se o verde trevo desfolhas
pede notícias e diz

ao trevo de quatro folhas
que morro por meu país.

Pergunto à gente que passa
por que vai de olhos no chão.
Silêncio -- é tudo o que tem
quem vive na servidão.

Vi florir os verdes ramos
direitos e ao céu voltados.
E a quem gosta de ter amos
vi sempre os ombros curvados.

E o vento não me diz nada
ninguém diz nada de novo.

Vi minha pátria pregada
nos braços em cruz do povo.

Vi navios a partir
(minha pátria à flor das águas)
vi minha pátria florir
(verdes folhas verdes mágoas).

Há quem te queira ignorada
e fale pátria em teu nome.

Eu vi-te crucificada
nos braços negros da fome.

E o vento não me diz nada
só o silêncio persiste.
Vi minha pátria parada
à beira de um rio triste.

Ninguém diz nada de novo
se notícias vou pedindo
nas mãos vazias do povo
vi minha pátria florindo.

E a noite cresce por dentro
dos homens do meu país.
Peço notícias ao vento
e o vento nada me diz.

Mas há sempre uma candeia
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.

Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.

Manuel Alegre

Back to the basics (wtv)

Há já um tempinho que não passava por aqui. De facto, desde Setembro de 2007 até hoje muita coisa passou. O mundo deixou de dar voltas de 180.º, passando para os 360.º!!! Está tudo na mesma como a lesma, materialmente falando. Bem, nem tudo; não mudou para melhor, mas podia estar bem pior (veja-se o meu estado mental presentemente...).
Luta-se agora por valores ainda mais altos, com mais força, menos dispersa em coisas sem sentido que me demorou tempo a percebê-las. Cansaram o meu espírito, moeram mesmo, teve mesmo que ser.
As pessoas mudaram, como mudam sempre; e lamento tal a quem tenho que lamentar. 2 anos muda muita coisa, entristece-me. Felizmente encontrei um espaço novo para respirar e para ser eu próprio, um lar novo dentro da academia. Estou feliz e plenamente realizado. Já estava em mim à muito, foi só preciso um empurrão para dar o passo de me submeter ao escrutínio. A ti te agradeço avó por isso...

Nada mais há a dizer por agora, já passa meia hora das 4 da manhã, amanhã é dia de estudo, e estou deveras cansado
Aqui voltarei entretanto

Até lá, ad aeternum

Thursday, September 20, 2007

Desejo...

Foi nesta noite que fiquei preso à dissimulação do mundo, do amor, do prazer, do sentir do que não é sentido. Do amargo de boca que sinto quando não te sinto perto de mim. Caio em ti, mas não estás, tornas-te vazio, e pereço na eternidade da queda...

Acordas, tornas-te meu chão, minha estrada, e desejo que tudo morra à minha volta para que volta a nascer, florir, mais belo e perfeito que a futilidade, a mentira, a conjuração desta mentira a que denominamos realidade. A teatralidade inerte que tanto esforçamos para no final acabarmos por redundar nuns bananas. E a tristeza minha a contemplar esta maravilha. A minha estrada está bem distante de tudo isto. E a banalidade vira e contempla com riso, vangloriando-se da sua perfeita originalidade mais batida que uma puta do Técnico. Que um dia seja perdoado pelo que sinto, mas a esta hora, neste dia, tudo me cheira a banalidade, a ridículo, a uma tristeza que sinto dentro de mim, e a uma alegria por saber que esta merda não é eterna...

Thursday, June 28, 2007

Palavras Soltas

Acordo de uma noite sem dormir. Volto a descobrir a manhã no seu raiar mais belo, despreocupado, naturo, infiel à humanização. Como me sinto contente por escrever assim. Há já algum tempo... Deve-se objectar a nossa massa encefálica de vez em quando, testar a nossa própria razão, apurar o sentido crítico-construtivo em nós. Estou com este paleio todo porque ainda não encontrei o meu Santo Graal. Perdi-me a já algum tempo. Como poderá um indivíduo, que não se encontra a si próprio, encontrar estes "testamentos"? Dou-me por vezes a lamentar daquilo que não fiz ou que não completei, por ter sido fulano, cicrano ou cipriano o responsável pelo belo momento de merda que passo, mas nestes momentos apercebo-me que o maior responsável sou eu. Porque tudo começa, tudo acaba em nós.
Aqueles que eu vejo como exemplo, por muitas vezes os critiquei; neste momento de pura lucidez agradeço ter a possibilidade de ter conhecido tanta gente interessante. Sem elas, o pessimismo seria a minha cara metade. Valha-nos o ying e o yang. eheheheh. Ao Futuro, que o Passado vive no Presente...

Wednesday, June 27, 2007

E ao anoitecer

«e ao anoitecer adquires nome de ilha ou de vulcão
deixas viver sobre a pele uma criança de lume
e na fria lava da noite ensinas ao corpo
a paciência o amor o abandono das palavras
o silêncio
e a difícil arte da melancolia...» Al Berto
«Dois amantes felizes não têm fim nem morte,
nascem e morrem tanta vez enquanto vivem,
são eternos como é a natureza.» Pablo Neruda

Masters Of War

Come you masters of war
You that build all the guns
You that build the death planes
You that build the big bombs
You that hide behind walls
You that hide behind desks
I just want you to know
I can see through your masks

You that never done nothin'
But build to destroy
You play with my world
Like it's your little toy
You put a gun in my hand
And you hide from my eyes
And you turn and run farther
When the fast bullets fly

Like Judas of old
You lie and deceive
A world war can be won
You want me to believe
But I see through your eyes
And I see through your brain
Like I see through the water
That runs down my drain

You fasten the triggers
For the others to fire
Then you set back and watch
When the death count gets higher
You hide in your mansion
As young people's blood
Flows out of their bodies
And is buried in the mud

You've thrown the worst fear
That can ever be hurled
Fear to bring children
Into the world
For threatening my baby
Unborn and unnamed
You ain't worth the blood
That runs in your veins

How much do I know
To talk out of turn
You might say that I'm young
You might say I'm unlearned
But there's one thing I know
Though I'm younger than you
Even Jesus would never
Forgive what you do

Let me ask you one question
Is your money that good
Will it buy you forgiveness
Do you think that it could
I think you will find
When your death takes its toll
All the money you made
Will never buy back your soul

And I hope that you die
And your death'll come soon
I will follow your casket
In the pale afternoon
And I'll watch while you're lowered
Down to your deathbed
And I'll stand o'er your grave
'Til I'm sure that you're dead

Bob Dylan - Pearl Jam Cover

Que bela Clássica...

Quem hoje em dia tem a sua casa arrumada? Quem hoje é arrumado? Quem hoje é puramente virtuoso para apontar o que quer que seja de alguém? Virtuosos do virtual existente no umbigo que embebecidamene contemplam ao espelho... A Razão já não pede tolerância, nem aspira à raiva existente que existiu e que deixou de existir pela desistência de um sonho destruído pela putréfida realidade. Resta a Piedade, tábua mestra da fé religiosa, a única merda que ainda nos faz substistir nesta caixa de Pandora "Clássica". De facto, quanto mais Justiça, mais Injustiça. E aqueles que tão bem escrevem, tão bons "bonus pater familia" que se esforçam por demonstrar ser, são a hipocrisia institucionalizada para que sirvam de referência aos futuros merdas da nossa sociedade. E tudo isto em Direito. Deveríamos ser o exemplo. Não o somos. Somos a chacota presente, passada e vindoura da sociedade nacional-porreirista tuga. Regojizemo-nos...

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Mundano

Naquela manhã, desci do prédio onde habitava há pouco tempo, e percorri aqueles campos de destruição palmilhados incansavelmente pelo homem, que os tomou, os consumiu a seu bel-prazer, e agora vítimas da sua sede, são pisados por passeios, estradas, prédios, feridos por lagartas metálicas que o transportam... Esses campos negativos, parasitas, que vagueiam de corpo em corpo, se espalham massivamente por entre toda essa gente tal como um vírus, sentindo apenas mais tarde os seus efeitos...muitas das vezes, fatalmente irreversível...

Fui apanhado por essa fatalidade, e agora não tenho forças para sair. Parei no tempo, e o tempo voa, não espera por mim. Agora estou aqui, amanhã noutro lugar, mas parado, quase morto de espírito. A esperança persiste e resiste a tal vírus. A amizade e o amor alimentam-na, e que delicioso alimento eles são. Fazem bater o meu coração e dar alento neste penoso sofrimento cheio de desilusão, fraqueza, tristeza, medo, vergonha...

É o teu nome...

É o teu nome que ecoam pelas paredes

É o teu sangue que exigem, a tua morte anunciada

Que não morres por seres uma cabra desejada

Planeada que nem um aborto ainda não referendado

Tu, minha vaca, não foste nem serás votada

És a Deusa de Ouro dos maltrapilhos que nos usam como fantoches

E que por nosso suor, vão sugando o que ainda não sugaram

A nossa dignidade como alunos, a dignidade de sermos

Eternamente ruemianos...

A nossa prol está condenada por ti

Ausência

O calor sufocante destes últimos dias infindáveis, provocado pela presença da tua ausência incomodativa, injustamente imposta, transpira meus olhos que suam lágrimas de amor sem pele para correrem livremente, nem para se absorverem, unirem-se à pureza da divindade, sendo deixadas no chão, como pedras mortas, pisadas pela poluição de gente que se atravessa pelo caminho.
Quando a noite vem, e a melodia poética gritante envolve o meu coração, e percorre todo o meu corpo deitado na relva verde natureza, e o céu meu manto cobertor desenha teu rosto estrelado amor, calor, brilho incessante que aquece ser errante - eu - que saciou a vontade da multidão e não se sacia... Pudera, podia, não pôde, não existia naquela multidão a digna mulher Maria que o sacia o amor que ali padecia...
Os pensamentos são como moléculas de água incostantes de um rio desaguando no alto mar da raiva, da injustiça, da morte, da vida, do amor, de ti... O mar entrou rio adentro e no pensamento Maria restou, ele amou-a na sua ausência... «Only to you...»

Eu...Tu?

És o desprezo de quem se quer rir mais um pouco.
És o próximo passo de quem te quer pisar.
Aquela risada ouvida lá na mais ínfima percepção de uma noite caótica
Caos em ti...
O desejo de permanecer num quarto escuro rodeado de ti próprio...

Monday, October 02, 2006

Ground full of lies...

Other brick

On my steel-paper wall

Lost control in my miserable, anonymous life

Lost the world where I was born

Broked mirror of my own life,

Resurrection lies in a ground full of lies

And high hopes without fundament vanishes in the fog of happiness

Away from everything, everyone, even from myself

Bleeding like never before

Life never was so depressive, and so insignificant

Got hate, despair

Never breath again that air

Wishes are now like a bunch of words in a scratched paper

Reasons found in moments died on this moment

A new reason has arises

Shitifful promises died

Hateful world lives

Utopic dreams vanishes on the clouds I see (do I see them?)

Want to born again, have to die first

Oh, how I wish it…

War drums I ear them this far

My death and freedom nears me by

Swallowed hate and anger no more . Liberté frees me!

Adelante

Errante...

Aquele olhar para o horizonte vago

Vago, como o quarto manchado de solidão

Olhar sem a bravura que lhe reconhecia

Outrora, a nada padecia...

Ínfimo de desilusão

Perde-se agora no espaço da compaixão

Alienou-se de si aquele viver intenso

De voar por trilhos agora turtosos caminhos

A desorientação de paixões, culpada

Sem sentença, não é julgada

Julgou-se, noutros tempos

Invencível a todas as razões de todos os momentos

Passados, presentes, e futuros

Partem-se seus ossos que imaginava duros

Inquebráveis ás pancadas violentas de cada tempo

De todos os tempos

Não sabe quem é, e vagueia moribundo pelo horizonte

Procurando respostas naquele monte mudo

Decerto surdo

E chora... por não encontrar resposta

Talvez seja o primeiro dia da sua vida

A verdadeira vida que o põe á prova

Mas, sem bravura, que homem resiste e dura?

Hoje, amanhã, depois, será diferente

Pois tão somente tudo não passa de ciclos conjunturais

E hoje o que não há, sonha

Para que seja demais

Ao futuro, que o passado vive no presente...

Sunday, September 03, 2006

Ao Futuro, que o Passado vive no Presente!!!

Quis escrever sobre mim

Não consegui

Morri ao tentar, pela eternidade do tempo

Que não me soube poupar

Para descobrir a verdade

Que nos foge pela circunstância

De não sermos eternos

Quis viajar para dentro de mim

Tive meu pequeno sucesso

Mas insuficiente para deter o progresso

Do erro

Quis escrever sobre o mundo

Enorme erro cometi,

Se o nosso eu é uma incógnita,

Que dos outros verdade teremos e afirmar poderemos

Se a verdade não é conhecida

Por nosso próprio eu

Sabemos por vezes, que é insólita...

Vamos falar de nós próprios

Assim falamos do mundo

Porque é o mundo que fala,

Ao futuro, que o passado vive no presente