É o teu nome que ecoam pelas paredes
É o teu sangue que exigem, a tua morte anunciada
Que não morres por seres uma cabra desejada
Planeada que nem um aborto ainda não referendado
Tu, minha vaca, não foste nem serás votada
És a Deusa de Ouro dos maltrapilhos que nos usam como fantoches
E que por nosso suor, vão sugando o que ainda não sugaram
A nossa dignidade como alunos, a dignidade de sermos
Eternamente ruemianos...
A nossa prol está condenada por ti
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